Mais
dois amigos se juntam a nós na paixão pelo offroad, o Diego
e o Adriano. Acaso ou não, também nos conhecemos através
do escotismo. Fomos então para nossa pia batismal: a trilha dos pôneis.
Foi muito legal, mas eu não aguento mais fazer esta trilha!!!
A
ja tradicional foto na entrada da trilha. Da esquerda para direita: Diego,
Adriano, Felipe e eu. Fomos entãoestréia do "Alemão".
Aqui
uma dessas coisa q só se vê em trilha. Ainda não tinha
visto DUAS pessoas para colocar uma bota Sete Léguas... A intençaõ
pode até ter sidfo boa, mas que ficou esquisito, ficou...
A
já manjada foto do primeiro atoleiro. Esta vez a trilha tava mais seca
que o normal.
O
Cabrito passa pelos facões, os pneus de 30" parecem cada vez menores...
ou os fações estão afundando :OP
Pela
primera ves passamos um "jipe grande" pelos desmoronamentos. O Alemão
passa na boa. FIquei muito impressionado com a eficiência do jipão.
O
Alemão passando pelo desmoronamento...
O
Cabrito fica preso no atoleiro do Felipe. Deu pouco de trabalho mas acabou
saindo sem precisar de ajuda.
Eu
lidando com o Cabrito para sair do atoleiro do Felipe...
Na
enésima tentativa consigo tracionar o suficiente para sair... Como
diria o Felipe: "meio tanque depois..."
O
Alemão não toma conhecimento do atoleiro. Tambem, com Super
Tração de 82 cm de diâmetro e o 6 canecos empurrando...
O
Diego tentando passar de novo . Eu tinha dito q ele passou "meio fora"
da primeira vez...
O
Alemão nao toma conhecimento do atoleiro e passa tranquilo, na classe...
Monstrinho
passa na boa tbm, parece que o negócio era comigo mesmo...
Alemão
passeando nos fações...
Tudo
vai bem até que eu resolvo ter a "brilhante idéia"
de descer a margem do rio. Tuda diversão em uma trilha começa
com uma ideia assim... :OP
A
idéia parecia que ia funcionar... MAS tinha uma pedra dentro d'água,
que trancou o Cabrito, q ficou apoiado no bumper. Não conseguia ir
adiante e nem voltar.
Então
estreamos as fitas do Mak. A primeira tentativa foi com o Monstrinho do Felipe
puxando o Cabrito.
Segunda
tentativa: o Monstrinho urrava alto mas não conseguia puxar o Cabrito.
A frente saía da água, mas o chão arenoso fazia o Monstrinho
patinar.
Terceira:
tentamos um tranco mais forte, quase saiu!!! Só q o Monstrinho começava
a patinar e la ia ei pra dentro do rio de novo. Santo bumper!!!
Quarta:
decidimos tentar com o Alemão, puxou mais alto mas também começou
a patinar e la fui eu para o rio de novo...
Quinta:
decidimos fazer um trenzinho com o Alemão e o Monstrinho, ai saiu!
Devo confessar q os trancos foram pancada! Primeiro o Alemão deu o
tranco, quando começou a patinar foi a vez do Monstrinho...O Cabrito
deve ter ficado mais comprido...
Depois
de tanto esforço, a pose para a foto dentro do rio. Note que já
está anoitecendo...
Monstrinho
entrando no "half", repare que os faróis focam o chão
tamanha a inclinação da rampa.
Monstrinho
saindo do "half"...
Alemão
entrando
no "half"...
Alemão
saindo
do "half"...
Uma
amostra de como torce a suspensão do bom e velho CJ. Aqui saindo do
"half".
Na
saída da trilha nos despedimos do Felipe e da Érika que rumaram
para Galópolis, enquanto eu o Diego e o Adriano resolvemos voltar para
Caxias pela trilha. Ja no começo da volta alguns fusíveis do
Cabrito queimaram deixando todo o painel apagado. Pensei comigo: ai tem coisa...
Quando fomos subir os facões o peito de aço se soltou e quando
dei ré ele cravou no chão e passei por cima. O jeito fou amarrar
o peito de aço para frente para poder voltar. Decidi abortar a trilha
por motivo de segurança. Como o jipe é baixo, sem proteção
o estrago seria grande.

Talvez
já afetado pelo cansaço esqueci que os parafusos que prendem
a parte de trás do peito de aço são os mesmos que prendem
a proteção do câmbio. No atoleiro na saída da trilha
a proteção q estava solta cravou no chão e funcionou
como uma escavadeira trancando o jipe. Resultado, proteções
e travessa do câmbio totas. Tive que remover o resto das proteções
de noite no meio desse barro todo. Repare os Grabbers slicks de tanto barro.
Em seguida voltamos para casa.