Trilha
do Dia dos Pais. Resolvemos explorar os lados do Samuara, sempre seguindo
as indicações do Paulo Tonolli aos poucos vamos descobrindo
novas trilhas pela região. Esta vez não contamos com a presença
do "Alemão" que acabou ficando na garagem porque tava com
o radiador furado. De tarde o Bedin com o Niva "Todinho" se juntou
a nós.
Na
entrada da trilha tinha um piscinão, depois de uma estudada (nem tão
boa assim), decidimos que eu iria na frente. Logo, eu descobriria que deveria
ter olhado um pouco melhor.
E
lá ficou o Cabrito atolado, não chegou nem na metade do atoleiro.
De quebra começou a afundar. Repare a pressa do Felipe em ajudar. Difícil
foi convencer alguém a prender a cinta de roboque...
Até
tava engraçado, ainda mais quando começou a entrar água.
Repare a água tapando o pneu traseiro...
Eu
tentando não deixar o motor morrer enquanto o Felipe procura a ancoragem
com a manilha. O Diego até achando graça tava.
Cinta
colocada e o Monstrinho tira o Cabrito de dentro da piscina. Não saiu
muito fácil...
Ai
o estrago... Tive que retirar os tampões do assoalho para escoar a
água. Ainda bem que já tirei a forração a tempo...
Mesmo asim, o cheiro não era dos melhores.
Tendo
em vista o estrago da minha tantativa de passar o atoleiro decidimos seguir
pelo aborto.
Cabrito
passando pelo aborto, se bem q é praticamente impossível passar
sem ser por este lugar.
Mais
adiante uma brincadeirinha cruzando um veio d'água. Repare na passagem
do Cabrito...
...
e na passagem do Monstrinho. A foto ficou bonita mas o Felipe pagaria um preço
caro pela brincadeira.
Na
volta o Felipe finge encarar o piscinão, quando embica já não
consegue mais sair. Até ai tudo bem, mas uma grande e desagradável
surpresa ainda estava por vir.
O
Diego, agora pilotando o Cabrito, se posiciona para rebocar o Monstrinho.
Cinta colocada, eu me posiciono para tirar uma foto do resgate. Até
ai nada de mais...
O
Monstrinho traciona de ré tentando sair, enquanto o Cabrito puxa lá
atrás. O motor do Monstrinho começa a embaralhar e o Felipe
insiste. Repare na fumacinha branca começando a sair do escape do Monstrinho.
O
motor do Monstrinho embaralha de novo e o Felipe atola o pé. Então
ouviu-se um estouro e a fumaça tapou o Cabrito e o motor do Monstrinho
morreu. O Diego que não via nem ouvia nada continuava puxando. Provavelmente
ele entendia VAI! enquanto nós gritávamos PÁRA!!! Uma
comédia...
Depois
que conseguimos fazer o Diego parar de puxar, fomos direto no filtro de ar
do Monstrinho. Acho que a foto explica tudo. Quando passou no pau pelo córrego
entrou água no filtro, que puxa ar no locar original, na frente do
farol. Ao ficar inclinado para a frente a água ensopou o filtro.
Desmontei
toda a admissão de ar e tava tudo ensopado. Aos poucos fui secando
tudo. Tinha água até depois da borboleta. Em detalhe o GM 2.2
naufragado. A esta altura a preocupação era o calço hidráulico.
Depois
de tudo devidamente seco, tentamos ligar o motor e para nossa surpresa funcionou
perfeitamente. Então resolvemos rebocar. O Monstrinho traciona para
trás sem forçar, ainda com a admissão desmontada.
Uma
vez fora do atoleiro, começamos a remontar o Monstrinho. Como meus
talentos são somente para desmontar, passei a bola da montagem para
o Diego, afinal zequinha é para essas coisas... :OP.
Algumas
brincadeirinhas no passo do arroio...
Eu
sempre consigo complicar o simples. Roda pra cima...
Tava
tudo muito bem quando o Felipe fala no rádio: "vem me socorrer
que deu merda aqui...". Quando chegamos lá a cena era essa. O
Felipe toma um munaia bração e faz isso ai. Segundo ele, se
atrapalhou porque tava falando no rádio. Francamente...
Na
primeira tentativa a ancoragem arrebenta, então vamos tentar a outra
ancoragem. Acima o malabarismo do Diego para prender a manilha sem se sujar.
Um tanto ridículo eu diria... :O)